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Texto 12 – De 7 a 13/07/2008

Ensino em pequenos grupos – Jogos de empresas

Arilda Schmidt Godoy

Maria Alexandra Viegas Cortez da Cunha

 

1.     Introdução

 

A técnica de ensino em pequenos grupos que vem sendo discutida desde o texto nº 10, é considerada um método ativo próprio para a formação de adultos. Como já vimos, nossos alunos aproveitam melhor esses métodos quando ultrapassaram a metade do curso.

O texto desta semana possui duplo objetivo: discutir o que é necessário para se trabalhar com grupos e apresentar o método do jogo de empresa, que como o Seminário e o Estudo de Caso são classificados pelas autoras como ensino em pequenos grupos.

 

2. O que é Ensino em Pequenos Grupos

            Em recentes pesquisas, percebeu-se que estudantes trabalhando em grupo aprendem mais, usam um nível maior de raciocínio, ficam mais satisfeitos com suas classes e são mais tolerantes com diferenças raciais e étnicas (Maier e Keenan, 1994). Também chamado de aprendizagem cooperativa, o ensino em pequenos grupos vem recebendo atenção como alternativa às aulas expositivas. Nesta forma de trabalho, o estudante ganha o papel principal; é na sua atividade que se concentram professor e aluno.

            As características das técnicas de ensino em pequenos grupos são, conforme Balcells e Martin (1985):

  • O processo didático centra-se na atividade do aluno; professor e aluno trabalham num esforço comum.
  • O aprender ganha uma importância muito particular e o ensinar subordina-se às condições em que a aprendizagem decorre da melhor maneira.
  • A finalidade primordial é do tipo educativo ou formativo, deixando em segundo plano o trabalho informativo ou instrutivo.
  • O propósito é uma aprendizagem individualizada, mas é alcançado no âmbito de um pequeno grupo, e na maioria dos casos por meio de discussão.

No entender de Brown e Atkins (1991), os objetivos imediatos do ensino em pequenos grupos são levar os estudantes a falar e a pensar e os de longo prazo são crescimento pessoal e competência. Estes objetivos podem ser expressos na forma de:

  • Desenvolvimento de habilidades de comunicação;
  • Desenvolvimento de competências intelectuais e profissionais;
  • Crescimento pessoal dos estudantes (e talvez do professor).

Para facilitar o ensino em pequenos grupos, Brown e Atkins (1991) propõem quatro estratégias simples, que aumentam as chances dos estudantes falarem e pensarem quando trabalhando em grupo. Estas estratégias são:

  • Arranjo dos assentos: (conforme a interação que se queira entre o grupo e o professor): Se escolhido o círculo, é aconselhável que o professor varie de lugar a cada sessão. Estudantes “falantes” sentados perto do professor às vezes sentem-se inibidos, e quem senta em oposição ao professor faz contribuições mais facilmente se encorajado a fazê-lo. A distância entre os alunos e o professor, bem como os móveis, pode influenciar a interação.
  • Expectativas e regras gerais: Os estudantes muitas vezes não sabem o que se espera deles no grupo, por isso é importante discutir as expectativas do professor e deles, de forma a se obter um contrato informal. Devem ser permitidas quaisquer perguntas e encorajada a colocação de idéias, mesmo que estas possam não estar corretas.
  • Segurança: os membros do grupo têm que se sentir seguros a correr riscos e não terem medo de contribuir. Se um estudante fizer uma observação importante, ou adotar uma abordagem criativa a um problema, o professor deve mencioná-lo, deixar claro o que é esperado dos estudantes e propor perguntas ou tarefas que estejam dentro da capacidade do grupo, ou dos recursos. O professor também deve ser hábil no sentido de evitar que a conversa degenere para discussões superficiais ou inócuas.
  • Fazer o pequeno grupo ainda menor: Dar a oportunidade de formação de pequenos grupos de dois ou três membros, onde a discussão não é acompanhada pelo professor.

 

3. Habilidades Requeridas no Ensino em Pequenos Grupos

            As habilidades requeridas no ensino em pequenos grupos são Explicar (ou esplanar), Questionar, Ouvir, Responder, Sumariar e Fechar (Brown e Atkins, 1991).

  • Explicar: Nesta modalidade de ensino saber quando explicar é tão importante quanto saber como explicar. A explicação deve ser dada depois de os alunos cumprirem a tarefa, e se possível usando seus próprios comentários e contribuições.
  • Questionar: O professor pode usar a formulação de uma seqüência de questões para obter contribuições e construir conceitos ou conjecturas. Depende tanto de saber ouvir e responder quanto de fazer as perguntas certas.
  • Ouvir: Há algumas barreiras ao processo de se ouvir corretamente. Durante uma apresentação oral, a pessoa pode “desligar” um microssono. O ouvinte pode receber apenas informações que coincidam com seus próprios pontos de vista. Pode haver um conflito entre as palavras e a linguagem corporal de quem fala. Estas barreiras devem ser lembradas também no ensino em pequenos grupos, para minimizar retrocessos e descontinuidades nas discussões.
  • Responder: Fornecer respostas às questões levantadas pelos alunos e acrescentar comentários sobre o assunto, introduzindo novas informações e/ou colocando novas indagações, mantém o processo de discussão. Além do professor, os próprios estudantes deveriam desenvolver esta habilidade. É comum os alunos ignorarem as contribuições dos colegas transformando o ensino em grupos num monólogo coletivo conduzido pelo docente. No que diz respeito a esta habilidade, o professor deveria auxiliar os alunos a organizar suas respostas às questões colocadas pelo grupo, tornando-os cada vez mais independentes das opiniões e visões do docente.
  • Sumariar e Fechar: Sumariar pode ser usado no final de um subtópico ou de uma sessão para alinhavar os pontos-chave, as questões não resolvidas e as ligações importantes. Não só respondem a muitas questões, mas também mostram as decisões e prioridades a respeito de um assunto. Fechar a sessão diz respeito a sumariar e lembrar-se de agradecer ao grupo pela sua contribuição.

Maier e Keenan (1994) dizem ser consenso na literatura sobre o assunto que esta prática funciona melhor se for introduzida lentamente – não mais do que 10% do tempo da aula na primeira vez. Inicialmente, no assunto acerca do qual o professor se sentir mais confortável e em cursos nos quais o instrutor tem mais experiência.

 

4. Técnicas de Ensino em Pequenos Grupos

            A lista de técnicas para ensino em pequenos grupos é enorme.

            Para Brown e Atkins (1991), este rol de possibilidades inclui a discussão passo a passo, o seminário de um paper, a mini-apresentação, o seminário “trampolim”, a resolução de problema, o método do caso, simulações, jogos, sindicato.

            Abreu e Masetto (1985) apresentam outra divisão de estratégias de ensino, baseada nas categorias de objetivo que se pretende atingir; em situações simuladas: a dramatização, o desempenho de papéis, jogos dramáticos, jogos de empresas e método do caso. No confronto com situações reais: estágios, excursões, prática didática, prática clínica e condução de pesquisas. No ensino em pequenos grupos: pequenos grupos com uma só tarefa, pequenos grupos com tarefas diversas, grupos de integração horizontal-vertical, ou painel integrado, GV-GO (Grupo de Verbalização e Grupo de Observação), diálogos sucessivos, grupos de oposição, pequenos grupos para formular questões.

            Balcells e Martin (1985) descrevem técnicas mais estruturadas, como o seminário, a mesa-redonda, o painel, a mesa-redonda com interrogador, o exame por uma comissão, a entrevista, o diálogo ou debate público, a análise de notas técnicas. Técnicas menos estruturadas ou mais informais, como reuniões preliminares em pequenos grupos (Phillips), os diálogos simultâneos (buzz groups) e ainda outras técnicas, como: método do caso, os sindicatos (syndicates method), a atividade de representação e o brainstorming.

            Na impossibilidade de tratar aqui de todas estas alternativas escolhemos três para aprofundamento: o seminário (texto 10), o método do caso (texto 11) e os jogos de empresa.

 

5. Jogos de Empresas

            Os primeiros usos de jogos para educação e desenvolvimento de habilidades teriam ocorrido na China e na Índia por volta de 3000 a.C. O uso dos jogos empresariais data dos anos 50 nas universidades americanas (Sauaia, 1995).

            Os jogos de empresas podem ser usados como método de pesquisa (Sauaia, 1995), mas neste trabalho faz-se apenas referência a eles como técnica de ensino em pequenos grupos.

            Num jogo de empresas, é criada a descrição de uma empresa fictícia (com sua situação financeira, patrimonial, seu plano estratégico, seus recursos humanos e corpo gerencial, histórico e todas as informações que se julgarem pertinentes à composição do contexto e da situação-problema). Os participantes do jogo são levados a tomar decisões em rodadas sucessivas e a acompanhar os resultados das suas decisões.

            Os jogos de empresas são normalmente suportados por programas de computador. Eles são, então, um jogo de simulação voltado ao mundo dos negócios, que pode ser utilizado em treinamento de pessoal, no desenvolvimento de pessoal, na avaliação de potencial, em planejamento, na tomada de decisões e na formação de administradores (Motomura, 1980).

            Em Tanable (1977) encontramos algumas citações de definições de jogos de empresas.

            A primeira vem de Allen Zoll, que define os jogos de empresa como “exercício em que, num dado contexto empresarial se toma decisões econômicas válidas para um período de tempo fixado, são comunicados os resultados dessas decisões e então se tomam novas decisões para o período de tempo subseqüente.”

            Já Thorelli e Graves, citando Greenlaw, Herron e Daves, usam a definição: “Exercício seqüencial de tomada de decisões, estruturado em torno de um modelo empresarial, no qual os participantes se encarregam da tarefa de administrar as empresas simuladas.”

            Tanabe define jogos de empresas como uma seqüência de tomada de decisões que determinam mutações no estado patrimonial das empresas fictícias, à luz das quais os participantes tomam novas decisões, repetindo um ciclo por certo número de vezes.

            Para Sauaia (1995, p. 42), não existem maneiras certas ou erradas de se conduzir a empresa simulada. O trabalho simultâneo de vários grupos produz soluções diversas para o mesmo exercício proposto.

 

5.1. Dinâmica do Jogo de Empresa

            A dinâmica do jogo de empresas descrita é extraída de Motomura (1980). O jogo deve passar pelas seguintes fases:

·  Preparação: Criar-se o clima adequado, com um exercício, debate, ou mesmo alguma simulação. Deve-se planejar não só a atividades precedentes ao jogo, como também a seqüência dos eventos posteriores ao jogo. Esclarecer o objetivo do jogo, como ele pode ajudar o curso, a atitude desejável, a atenção para certos comportamentos, etc.

·  Instruções: Transmissão dos dados básicos do jogo – definição de papéis, definição do cenário e regras do jogo.

·  Ensaio: Para jogos complexos, aconselha-se o uso de ensaios, para possibilitar um “aquecimento” do grupo.

·  O jogo em si: O professor e eventuais coordenadores e/ou observadores devem acompanhar o transcorrer do jogo, para observar pormenores da dinâmica para posterior discussão e para fornecer eventuais esclarecimentos aos participantes e monitorar o andamento do jogo.

·  Análise do jogo: Troca de percepções dos participantes sobre os acontecimentos, com comentários neutros do professor e/ou coordenadores e observadores. Assegura envolvimento e assimilação.

·  Generalizações: O grupo envolvido procura transpor a vivência do jogo para situações da vida real.

·  Fecho e complementação: Balanço geral do jogo pelo professor com um resumo das principais conclusões do grupo. A complementação diz respeito a fornecer aos participantes material que venha a reforçar a aprendizagem recém-obtida pelo grupo.

Durante o jogo em si, os participantes lêem todo o material descritivo do contexto a da situação-problema e vão tomando decisões em rodadas sucessivas, sempre tendo como entrada para decisão o feedback da decisão anterior.

 

5.2. Vantagens e Limitações

            Martinelli (1987) nota alguns aspectos importantes no jogo de empresas: caráter extremamente dinâmico, grande abrangência como método de ensino e desenvolvimento pessoal em termos de habilidades e atitudes, aspecto seqüencial, que faz com que se procure aproximar os alunos o máximo possível da realidade que se está procurando simular. Este autor defende que a finalidade principal do jogo de empresas é proporcionar aos alunos um meio empresarial hipotético no qual eles possam praticar a arte de planejamento, bem como exercer e desenvolver a habilidade de tomada de decisões em nível de alta administração, como um preparo e treinamento para a sua atividade profissional futura. Acrescenta que, num jogo de empresas, o professor não tem o que ensinar. O seu papel consiste em levar o aluno a descobrir, a criar e, por conseguinte, a pesquisar, a raciocinar, a aprender por sua própria conta e a se educar.

            Para este autor, os jogos de empresas têm tido sua validade questionada por não terem sido bem definidos os objetivos e o contexto da sua aplicação.

            A partir de Sauaia (1995), pode-se inferir como limitações dos jogos o risco de os estudantes não estarem minimamente preparados para iniciar um processo de aprendizagem baseado na tentativa, erro e acerto, e ainda de problemas não-estruturados poderem assustar alguns dos participantes e inibirem seu entusiasmo. Na tentativa de minimizar estas limitações, é matéria de discussão o grau de participação do instrutor e o nível de orientação dada aos estudantes.

 

Referências Bibliográficas

ABREU, M. C. T. A.; MASETTO, M. T. (1985). O professor universitário em aula: prática e princípios teóricos. São Paulo, Cortez.

ARBOUSSE-BASTIDE, P. (1963). La méthode des cas et la formation au commandement. Paris, Dunod.

BALCELLS, J. P.; MARTIN, J. I. F. (1985). Os métodos no ensino universitário. Lisboa. Livros Horizonte.

BARNES, R. (1995). Seja um ótimo aluno – guia prático para um estudo universitário eficiente. Campinas / SP., Papirus.

BROWN, G.; ATKINS, M. (1991). Effective Teaching in Higher Education. Grã-Bretanha, Routledge.

CHRISTENSEN, c. r. (1987). Teaching and the Case Method. Boston, Harvard Business School.

GODOI, A. S. (1989). Ambiente de ensino preferido por alunos do terceiro grau: um estudo comparativo. São Paulo. Tese (Doutorado). Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

HOWE, A. (1986). Como estudar. Portugal, Publicações Europa-América.

MAIER, M. H.: KEENAN, D. (1994). Cooperative Learning in Economics Economic Inquiry. Vol. XXXII pp. 358 – 361, April.

MARTINELLI, D. P. (1987). Jogos de Empresa. São Paulo, FEA – USP. Dissertação de Mestrado.

MAXIMIANO, A. C. A.; SBRAGIA, R. (1980). Método do Caso no Ensino da Administração. In BOOG, G. G. Manual do Treinamento e Desenvolvimento. São Paulo, McGraw Hill do Brasil.

McCORD, M. T. (1985). Méthods and Theories of Instruction. In SMART, J. C. (ed.), Higher education: handbook of theory and research. New York, Agathon Press Inc., vol. I, pp. 97-131.

MOTOMURA, O. (1980). Jogos de Empresas. In BOOG, G. G. Manual do Treinamento e Desenvolvimento. São Paulo, McGraw Hill do Brasil.

MUCCHIELLI, R. (1981). A Formação de Adultos. São Paulo, Martins Fontes.

REYNOLDS, J. I. (1985). Case Method in Management Development: Guide for Effective Use. Genebra. Internacional Labour Office.

SAUAIA, A. C. A. (1995). Satisfação e Aprendizagem em Jogos de Empresas: Contribuições para a Educação Gerencial. São Paulo, FEA – USP. Tese de Doutorado.

SEVERINO, A. J. (1975). Metodologia do Trabalho Científico: Diretrizes para o Trabalho Didático-Científico na Universidade. 2ª ed., São Paulo, Cortez & Moraes Ltda.

TANABE, M. (1977). Jogos de Empresas. São Paulo, FEA – USP. Dissertação de Mestrado.

 

 

 

Comentários»

1. André Luiz Trindade - Julho 10, 2008

Os artigos das últimas semanas têm corroborado em muito com idéias nas quais acredito e que tenho colocado em prática nos últimos anos. Acredito que vários de nós as temos utilizado, em algum momento de nossas experiências.

Os textos me deram, sem dúvida, oportunidades de perceber alguns pontos que não havia percebido antes, quanto à organização de tais eventos e quanto a seus desenvolvimentos. A meu ver, a exposição destas informações é uma excelente contribuição.

O que utilizar no contexto das aulas, então? A resposta ideal seria tudo, pois cada exposição, de cada autoria, nos mostra um universo de oportunidades de trabalho junto aos alunos. Evidente que a escolha de tais técnicas (ou seriam ferramentas?) e suas conjugações depende de cada conteúdo e contexto disciplinar; conjugações estas que podem ser difíceis, mas se fazem necessárias. E quem disse que seria fácil?🙂

Voltando a uma pergunta feita há algumas semanas atrás, sobre o momento em que o aluno aprende a aprender, penso que estes textos ajudam a pensar a resposta possível, pois em cada oportunidade que venhamos a promover para que o aluno participe (e não descarto as dadas pelas aulas expositivas), estamos ajudando-o a aprender; e quando ele tem a oportunidade de participar da formação do conhecimento envolvido no contexto da aula (novamente não descarto as oportunidades de criação que se possa promover em aulas expositivas), estamos colaborando com a formação de sua capacidade de aprender estratégias de aprendizado.

2. Nilton Zupa - Julho 11, 2008

Eu já ministrei aulas de Jogos de Empresas e acredito que o desenvolvimento dos alunos, quando em grupos, tornar-se prazeroso e criativo. Os alunos se “soltam” e buscam soluções com o grupo e ganham força para questionar situações difíceis com o docente. Extremante importante que o docente saiba conduzir os grupos para o sucesso do programa.

3. Ismael Silva - Julho 13, 2008

O ensino em pequenos grupos com os métodos do jogo de empresa ou o Seminário ou o Estudo de Caso é de extrema importância para o desenvolvimento da autonomia dos educandos.
Considero que se tratando de adultas não se pode esperar que elas tenham o aprendizado necessário apenas com aulas expositivas. Eu as uso com muita freqüência.
Em todos os métodos a grande ênfase é no trabalho em grupo e no crescimento de cada elemento do grupo.
O professor deve estar muito bem preparado para a aplicação de qualquer uma das metodologias citadas, do contrário o fracasso é quase inevitável.
Utilizo o método dos seminários em algumas disciplinas, uso de um “debate” entre os alunos que devem criar questões que serão respondidas pelos outros grupos e se prepararem para responder e criticar as perguntas e respostas apresentadas.
Considero que a grande dificuldade na aplicação destes métodos está na escolha dos temas e na motivação dos alunos para o desenvolvimento dos temas propostos.
Os resultados que obtive são positivos em sua maioria.


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