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Texto 8 – De 9 até 15/06/2008

A aula expositiva e o método das discussões

Gilberto Teixeira (Prof. Doutor FEA/USP)

1 – INTRODUÇÃO

Este texto é uma tradução adaptada do artigo “The Lecture and Discussion Method for Management Education: Pros and Cons”, dos professores GRIFFIN, Ricky (Texas AM University) e CASHIN, William (Kansas State University), publicado na revista “Journal of Management Development, 8,2).

Na primeira parte deste artigo discutiremos o método expositivo sem considerar a possibilidade de discussão e outras modalidades de comunicação em dois sentidos. Na última parte do artigo as vantagens adicionais do método de discussão.

2 – A NATUREZA DA AULA EXPOSITIVA

A aula expositiva é sem dúvida uma das formas mais comuns de instrução utilizada na educação americana. O que constitui a aula expositiva, entretanto, não é tão claro quanto parece ser; além disso, muitos professores não param para considerar as vantagens e desvantagens do método de exposição antes de adotá-lo ou rejeitá-lo.

Quem já assistiu a uma aula expositiva tem uma idéia aproximada sobre o que constitui uma exposição – alguém fica atrás de um pódio e lê algumas anotações. Na verdade, é claro, muitas aulas vão muito além disso. Mas foi assim que elas começaram. Nas universidades medievais, por exemplo, professores e alunos não tinham livros, os professores liam suas anotações já preparadas a fim de difundir as informações o mais amplamente possível.

Neste artigo usaremos a palavra exposição no sentido de ensinar pela palavra falada: o professor fala e os alunos ouvem e (espera-se) aprendem. O principal meio de ensino é a comunicação de mão única. Por extensão, exposições podem incluir a utilização de muitos meios, como transparências, slides e fitas de vídeo; mas a comunicação ainda é, primariamente, de mão única.

Estimativas recentes sugerem que a exposição oral é o modo dominante de instrução nas salas de aula de faculdades, empregadas em talvez 75% das aulas. Assim, há, portanto uma boa razão para compreendermos as vantagens e desvantagens da aula expositiva.

2.1 – VANTAGENS DO MÉTODO EXPOSITIVO

Por que o método expositivo é tão popular? Há várias razões normalmente aceitas para seu uso abrangente em educação. Em primeiro lugar exposições podem comunicar o interesse intrínseco da disciplina. O(a) expositor(a) pode claramente comunicar seu entusiasmo, que por sua vez, deve logicamente aumentar o interesse da audiência em aprender.

Aulas expositivas também podem compreender materiais ou assuntos não disponíveis por outros meios. Muitas vezes, por exemplo, professores de administração desenvolvem apresentações com uma variedade de recursos. Ao invés de exigir que os participantes comprem e leia material de diversas fontes, o expositor pode apresentar o conteúdo de uma forma econômica, direta e integrada. Também é possível apresentar novos conteúdos que ainda não apareceram em livros ou artigos. Um expositor competente pode utilizar várias centenas de páginas de informações, resumi-las e apresentar todas as idéias principais em questão de algumas poucas horas.

Expositores também podem atingir muitos alunos de uma só vez. Em muitas salas, por exemplo, cabem centenas de estudantes. Sofisticado equipamento audiovisual torna possível para um palestrante ensinar a todos eles de uma vez.

O método de exposição coloca claramente o controle da situação nas mãos do expositor. Assim, ele(a) poderá determinar o conteúdo a ser abrangido, a seqüência na qual isso será feito, quanto tempo será dedicado a cada tópico e assim por diante. Esse controle pode ser particularmente importante quando é imperativo que certos pontos críticos sejam cobertos. Por exemplo, estudantes que serão submetidos a exames de certificação, obviamente devem receber todas as informações que serão tratadas no exame.

Aulas expositivas apresentam uma ameaça mínima para o aprendiz. Em aulas de discussão, por exemplo, as pessoas freqüentemente se sentem intimidadas pela possibilidade de que possam ser solicitadas a falar. Quando percebem que tudo o que tem a fazer é ouvir, podem relaxar e prestar mais atenção no que está sendo dito. Embora possa não ser possível determinar o estilo de aprendizado previamente, muitos dos atuais administradores cresceram durante o advento da era da televisão. Assim, eles estão acostumados a assistir e ouvir de forma passiva e inativa.

2.2 – DESVANTAGENS DA EXPOSIÇÃO ORAL

Vendo sob outro prisma, o método expositivo apresenta várias limitações. Talvez a sua deficiência mais significativa seja a falta de feedback que geralmente acompanha as aulas expositivas. Embora um arguto palestrante possa perceber alguma compreensão através de expressões faciais e da linguagem do corpo, o feedback é, todavia, vago.

Um segundo ponto fraco do método expositivo é a passividade dos ouvintes. Para a maioria das pessoas, aprender é facilitado através da execução de algum tipo de atividade. Além do mais, eles tendem a esquecer rapidamente as informações recebidas em exposições orais. Assim, a audição passiva é um veículo de aprendizado menos eficiente.

Em terceiro lugar, a duração das aulas expositivas e a extensão do interesse dos ouvintes são inversamente proporcionais. Exposições, em geral, duram de 45 minutos a uma hora, e ocasionalmente, demoram mais ainda. Pesquisas mostram que a média da duração do interesse, para a maioria das pessoas, é somente em torno de 15 a 25 minutos. Conseqüentemente, é necessário incluir variações em uma aula expositiva, a fim de manter a atenção.

Aulas expositivas também falham ao não considerar as diferenças individuais de habilidade e experiência. O expositor tem que delimitar a apresentação no que pode ser considerado um nível médio de dificuldades para aquela audiência em particular. Conseqüentemente existirão alguns na platéia para os quais a apresentação provavelmente seja muito simples e alguns para os quais deverá estar sendo muito complexa.

Aulas expositivas são inadequadas para certas formas elevadas de aprendizado. Por exemplo, exposições podem efetivamente ensinar fatos, definições e conceitos. Entretanto, elas não podem ensinar análises, diagnósticos ou desenvolvimento de habilidades motoras. Aulas expositivas também são menos eficazes no ensino das habilidades de raciocínio e de escrita.

Finalmente, se ele (a) é um orador limitado, tem problemas em organizar o material, ou não demonstra entusiasmo com o assunto, as chances são de que um pequeno aprendizado ocorra.

2.3 – MELHORANDO AS AULAS EXPOSITIVAS

Considerando o amplo emprego e o valor potencial do método expositivo, é lícito afirmar que todas as pessoas devem interessar-se no aprimoramento de suas habilidades em aulas expositivas.

Preparar e Organizar

Um dos primeiros passos no preparo de uma aula expositiva é certificar-se que seu conteúdo é apropriado à audiência. Isto envolve a obtenção de informação sobre as pessoas que estarão assistindo e de suas expectativas em relação à aula. Preparar um sumário da exposição também é aconselhável. Isso pode ajudara focar a palestra mais especificamente no tópico de maior domínio pelo expositor, apontar áreas onde é necessário mais informação e assim por diante. A questão de se iniciar a exposição sobre princípios gerais seguidos de ilustrações e aplicações, ou começar com casos concretos e mais tarde se estender para generalizações, pode não ser respondida. Pesquisas sobre estilos de aprendizado sugerem que, ambas as abordagens funcionam para alguns estudantes. Como discutido abaixo, no tópico “Manutenção do Entusiasmo”, os autores concordam sobre a conveniência de começar com uma questão que capture a atenção dos ouvintes.

O passo seguinte é organizar o conteúdo em tópicos principais e secundários. Os pontos principais, naturalmente, constituem os temas importantes ao redor dos quais a exposição será desenvolvida. Os pontos secundários podem ser abordados se o tempo permitir.

Selecionar exemplos

O expositor deve gastar algum tempo pesquisando exemplos adequados. Por exemplo, um professor de administração desenvolvendo uma exposição para gerente do setor de varejo deve incluir exemplos envolvendo empresas como as Lojas Americanas.

Apresentar mais de uma perspectiva

A exposição deve ser desenvolvida para apresentar uma visão balanceada do assunto. Por exemplo, se um expositor está discutindo como motivar funcionários em um dado contexto, deve, obviamente, incluir resultados de pesquisas que apóiem as técnicas que estão em discussão, assim como exemplos de como essas técnicas devem ser usadas. Paralelamente, entretanto, o expositor também deve preparar advertências apropriadas sobre situações em que essas técnicas podem não funcionar.

Falar claramente e evitar distrações

Durante a exposição em si, o expositor deve falar claramente e em volume suficiente para ser ouvido. Se a sala é grande, um microfone pode ser útil. O expositor deve também evitar usar maneirismos que possam distrair (i.e. alisar suas roupas freqüentemente) ou tiques verbais (i.e. dizer freqüentemente: “vocês sabem”, “certo”, “né”, “entendeu?”, etc).

Apresentar um sumário

Toda aula expositiva deve incluir uma introdução formal, isto é, o palestrante deve levar alguns minutos (10% do total) para explicar o que será compreendido e como isso será feito. O sumário da exposição também deve ser oferecido para a platéia, na forma de “handout”, “flip chart” ou transparência.

Enfatizar os pontos importantes

O expositor deve lembrar-se de salientar os pontos importantes. Sem dúvida, a exposição contém algumas informações que são mais importantes que outras. Os pontos chaves que precisam ser lembrados devem ser enfatizados, talvez. Destacando-os no sumário.

Pausas

Finalmente, o expositor deve lembrar-se de parar ocasionalmente para dar à platéia, uma chance de pensar, relaxar, respirar, anotar suas idéias e assim por diante.

Manter o entusiasmo

O expositor deve empregar estratégias que mantenham a audiência estimulada e interessada. Primeiro, a exposição deve ser ensaiada até o ponto onde não é mais necessário lê-la. As inflexões de voz devem variar, bem como o ritmo e a gesticulação, todos, utilizados para enfatizar. O palestrante também deve demonstrar entusiasmo sobre o assunto. Afinal, se ele(a) não é interessado no assunto, por que a platéia deveria interessar-se?

Começar com uma questão

É sempre uma boa idéia começar a aula com uma pergunta. Isto pode servir para despertar a atenção dos ouvintes e focalizá-la no que será apresentado. A pergunta, é claro, tanto quanto o resto da exposição, deve ser focada precisamente no assunto que está sendo discutido.

Utilizar recursos visuais

O expositor deve incluir auxílios visuais. Poucas pessoas estão dispostas a se sentar e assistir alguém lhes falar por um longo período. Ao invés, eles preferem olhar gráficos em transparências, resumos anotados em flip charts, e assim por diante.

Utilizar humor

Humor é eficiente desde que não seja empregado de forma exagerada. Um comentário jocoso ou anedota ocasional podem renovar o interesse, provendo um momento para um breve descanso mental e mantendo todos relaxados. Naturalmente, se a exposição concentrar-se no humor, em detrimento do assunto principal, a platéia pode perder o interesse nas questões mais sérias que deveriam ser cobertas.

Finalmente, por causa do período limitado de atenção das pessoas é conveniente fazer algum tipo de mudança de tempo em tempo. Desde, como já vimos antes, a atenção da audiência decai pelo menos uma vez depois de 15 ou 20 minutos, o palestrante deve captar novamente a atenção, parando para perguntas, movendo-se para uma parte diferente da sala, ou usando alguma forma de mídia (recurso visual).

Apesar de o método expositivo ser basicamente uma via de mão única, ainda existe alguma oportunidade para feedback e interação. Isto porque, o palestrante deve olhar para a platéia. Expressão facial e linguagem corporal podem indicar ao palestrante sobre como o material está sendo recebido, se o ritmo precisa ser alterado e assim por diante. Mas verdadeiramente, para conseguir feedback e interação, discussões periódicas precisam ser incluídas na apresentação.

3 – APRIMORANDO EXPOSIÇÕES ORAIS COM DISCUSSÕES

Discussões podem ser de um poderoso acréscimo à exposição. Uma discussão fornece ao professor um valioso feedback sobre aprendizado. A principal limitação de exposições onde há apenas comunicação num só sentido é a ausência de feedback sobre o aprendizado durante o curso da apresentação. Discussões podem superar esse problema, estimulando questões e comentários dos estudantes. O expositor por sua vez, pode formular questões instigadoras, elaborar explicações mais detalhadas, e com isto avaliar a profundidade da compreensão dos participantes.

Discussões são mais apropriadas para objetivos cognitivos de ordem mais elevada; aplicações, análises, sínteses e avaliações. Sessões de discussão permitem e encorajam o aprendiz para introduzir, explorar e refinar idéias de maneira que são impossíveis em uma aula expositiva sem debate. Elas também podem ajudar os aprendizes a desenvolver interesses e valores e podem mais facilmente mudar atitudes do que o método expositivo. Finalmente, discussões permitem aos estudantes se tornar participantes mais ativos em seu aprendizado, o que torna o aprendizado mais interessante e aumenta sua motivação para aprender.

3.1 – O Instrutor como Facilitador

Na maioria dos casos, tópicos novos e importantes devem ser cobertos antes da discussão pela aula expositiva, leituras, filmes ou outros recursos. Professores experientes freqüentemente alternam períodos dedicados à exposição para ensino de conteúdos através de períodos de discussão, para avaliação do aprendizado e esclarecimento de dúvidas. Durante os períodos de discussão, o papel adequado do professor é facilitador. Os seguintes comportamentos tendem a serem facilitadores:

Ouvir – Atentar para os argumentos que os estudantes estão tentando articular e não apenas seus argumentos (considere os sentimentos bem como os pensamentos deles).

Observar - Prestar atenção não apenas ao conteúdo, mas no processo grupal. Por exemplo, observar quem está respondendo para quem, e os comentários daqueles que são geralmente ignorados pelo resto do grupo.

Permita pausas e silêncio – Aprendizes precisam de tempo para pensar. Então nós devemos exercitar a mais difícil habilidade para os professores que é manter-se calado. Isto é necessário se os estudantes vão responder questões complexas. Se o silêncio persiste, use questões abertas em vez de perguntas fechadas (respostas do tipo sim-não). Solicite opiniões ou use questões divergentes que não possuem respostas simples e corretas. Se os estudantes não respondem à sua primeira questão, refaça-a, fornecendo um palpite ou direcione para alguns aspectos discutidos previamente.

Registre e verifique o que está sendo dito – Periodicamente, dedique um tempo para resumir ou escrever em um flip chart seu entendimento dos problemas, posições, soluções ou respostas que estão sendo desenvolvidas pelo grupo. Depois teste a compreensão destes pontos. Use frases simples e demonstre relações com gráficos.

Solicite exemplos ou ilustrações – Quase todos os especialistas concordam que usar exemplos ajuda o aprendizado das pessoas. Quanto mais complexo ou abstrato o material, mais úteis as ilustrações se tornam.

Encoraje e reconheça as contribuições – Ampla participação em discussões eleva seu valor. Esteja especialmente alerta para dicas não verbais que indicam estudantes que não estão participando têm algo a dizer; chame-os. (Você pode ter que desencorajar os excessivamente falantes chamando-os por último ou dando-lhes menos feedback positivo). Ocasionalmente, comente positivamente sobre as contribuições do grupo, mas evite responder a todos os comentários. Apenas se mantendo em silêncio entre os comentários dos participantes você pode estimular a discussão entre os membros do grupo.

Teste o consenso – Se todos concordam, a discussão cessará. Tome cuidado com concordância prematura. Se o grupo demonstra ter atingido um consenso, teste parafraseando sua compreensão. Freqüentemente somente os falantes concordaram e há ainda posições divergentes a serem exploradas.

Forneça um resumo e/ou conclusão – Levando alguns minutos durante a discussão ou pelo menos no final para resumir os pontos principais que foram discutidos, você provê os estudantes com um senso de fechamento e os ajuda a se lembrar. Torne explícitas quaisquer conclusões que tenham sido obtidas pelo grupo.

3.2 – Desvantagens das Discussões

Como todo método de ensino, discussões apresentam vantagens e desvantagens. Pode ser difícil obter a participação em algumas sessões. Discussões podem ser ameaçadoras, especialmente para novatos, que sentem que ele(a) nada tem a dizer, mas também para gerentes experimentados que não tem vontade de se expor. Além do mais, em algumas culturas, especialmente em algumas culturas da Ásia, é considerado inapropriado se sobressair ou mostrar-se muito afeito em um grupo.

Outra característica das discussões é que elas consomem mais tempo que uma simples exposição. O observador inexperiente pode sentir que o ritmo vagaroso significa que nada está acontecendo. Se quantidades significativas de conteúdo difícil têm que ser coberta, a exposição oral (sem discussões) pode ser mais apropriada.

Finalmente, discussões eficazes requerem mais planejamento e preparação do que uma exposição oral. Elas não são oportunidades para que o professor descanse. Mesmo a preparação não pode assegurar que a discussão seguirá direção desejada. Até certo grau o líder da discussão deve levá-la onde as questões e o interesse da audiência desejar. Depois de algumas poucas experiências mal sucedidas o professor pode buscar refúgio em um método mais previsível – a exposição oral.

4 – CONCLUSÕES

A aula expositiva e a abordagem de discussão para uso na Educação e Treinamento em Administração é bastante difundida. Ela oferece numerosas vantagens, bem como desvantagens. Felizmente, aula expositiva eficaz é uma habilidade que pode ser aprendida. E existem diversas técnicas úteis que qualquer um pode empregar para aprimorar seu estilo de apresentação em aulas expositivas.

Como conseguir uma aula ruim?

1 – Comece sem introduzir a matéria ou de acordo com seus próprios interesses. Simplesmente, comece com o primeiro tópico que deseja expor;

Como sugestão de comentário complete essa lista com conselhos do que é possível fazer para que a sua aula seja ODIADA pelos seus alunos.

5 – REFERÊNCIAS

1 CASHIN, W.E. Improving Lectures. IDEA Paper no 16, Center for Faculty Evaluation and Development, Kansas State University, 1985.

2 CASHIN, W.E. Improving Discussions. IDEA Paper no 15, Center for Faculty Evaluation and Development, Kansas State University, 1986.

3 WALKER, E.L. and MCKEACHIE, W.J. Some Thoughts about Teaching the Beginning Course in Pshycology, Brooks/Cole Publishing Company, Belmont, Califórnia, 1967.

4 AXELROD, J. The University Teacher as Artist. Jossey-Bass. San Francisco, 1976.

5 DRESSEL, P.L. and MARCUS, D. On Teaching and Learning in College, Jossey-Bass, San Francisco, 1982.

6 BLIGH, D.A. What’s the Use of Lectures? Penguim, Harmondsworth, Middlesex, 1975.

7 EBLE, K.E. The Craft of Teaching, Josseau-Bass, San Francisco, 1976.

8 BROCK, S.C., Aspects of Lecturing. Center for Faculty Evaluation and Development, Kansas State University, 1977.

9 HYMAN,. R.T., Ways of Teaching, Jossey-Bass, San Francisco, 1984.

10 LOWMANN, J. Mastering the Techniques, Jossey-Bass, San Francisco, 1984.

11 MCKEACHIE, W.J. Teaching Tips: A Guidebook for the Beginning Teacher, 8th ed. , D.C. Heath, Lexington, Mass., 1986.

1 2CLAXTON, C.S. and MURREL, P.H. Learning Styles: Implications for Improving Educational Practice, Asheric Higher Education Research Report no 4. Association for the Study of Higher Education, Washington D.C., 1986.

1 3 BLOOM, B.S.; ENGELHART, M.D.; FURST, E.J.; HILL, W.H and KRATHWOHL, D.R., Taxonomy of Educational Objetives: Handbook I, Cognitive Domain, David McKay, New York, 1956; Groulund, N.E., Stating Objectives for Classroom Instruction, 2nd ed., MacMillan, New York, 1987.

14 KRATHWOHL, D.R.; BLOOM, B.S. and MASIA, B.B. Taxonomy of Educational Objectives: Handbook II, Affective Domain. David McKay. New York, 1964.

Comentários»

1. Nilton Zupa - Junho 9, 2008

Uma aula ruim pode ser considerada a aula que o professor não domina a materia ou a expoem por pura obrigação de programa. E, para que essa aula seja ruim, faça uma aula apenas com leitura da imagem do retroprojetor teorica, sem detalhes ou participação dos alunos. Esta pronta a aula dos sonhos do “pessoal do fundão” (termo para qualificar alunos cuja alma abandona o corpo em horarios de aula)

2. Eunice Corrêa Sanches Belloti - Junho 10, 2008

Uma aula ruim seria aquela em que o professor na introdução da aula expositiva, não motiva seus alunos para o assunto da aula. O professor ser um animador de programa de auditório, para mim é dar uma aula ruim, ter boa didática, é uma coisa, mas “só agradar o aluno”, fazer da aula “um show de auditório”, ter um aluno “como cliente” é dar uma aula ruim. Vejo como muito perigoso a postura do professor em ter que usar “humor” na sala de aula e “agradar” o aluno

3. . - Junho 12, 2008

Eliana, desculpe-me mas nunca ninguém me pediu para destacar algo ruim depois de leitura do texto. Tive que ler duas vezes a mensagem em vermelho :)… Acho que vai ser uma boa experiência, vamos lá… Aspecto que tocam uma aula “não boa”?
– Falta de conhecimento do professor em relação ao conteúdo.
– Leitura demasiada de slides.
– Ausência de exemplos reais.
– A não contextualização do conteúdo apresentado.
– Não relacionar o conteúdo com outras disciplinas, principalmente, para aqueles que ministram “disciplinas de apoio” no curso, por exemplo, informática em um curso de química.
– Não intercalar reflexões, discussões e exercícios entre as exposições.
Lembre-se que destaquei alguns, porém deve existir vários outros. Ressalto: Foi um bom exercício, destacar o ruim.

4. Ismael Silva - Junho 15, 2008

Aula ruim: o professor chega e abre uma apresentação do Power point.
Começa a ler rapidamente alguns slides e outros ele simplesmente passa sem comentários. Os slides ignorados não são importantes para a aula mesmo estando na apresentação que ele copiou de algum site.
Os slides estão na apresentação que ele não se preocupou em ler antecipadamente ou tratam de partes da matéria que ele ainda não domina. Resultado aula inócua.
Problema já apontado, aula não preparada. Professor que não domina o assunto.
Nesse caso o professor, como aluno que não estudou, para prova leva para a aula a apresentação como uma cola e ele nem preparou a própria cola.

5. GIOVANA LIMA - Setembro 22, 2011

AULA RUIM É AQUELA NA QUAL O PROFESSOR CHEGA COM UMA AULA BEM INTERESSANTE E IMPORTANTE COMO LITERATURA MODERNA, E OS ALUNOS PREFEREM EDUCAÇÃO FÍSICA…


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